rascunho roteiro SENAI


Roteiro para as apresentações da equipe da UFVJM no evento
MANEJO DO EUCALIPTO PARA MOVELARIA
SENAI – Turmalina - Agosto de 2012

1- Análise histórica e econômica da eucaliptocultura no Vale do Jequitinhonha
Palestrante: Prof. Alberto Pereira de Souza
2- Madeira para movelaria – propriedades desejáveis e tecnologias de processamento
Palestrantes: Prof. Luiz Carlos Couto e Prof. Christovão Abrahão
3- Manejo de florestas para serraria – produtividade e aspectos econômicos
Palestrantes: Prof. Gilciano Saraiva Nogueira e Prof. Ângelo Marcio Pinto Leite
4- Silvicultura do eucalipto para produção de madeira serrada – dos genes à árvore
Palestrantes: Prof. Reynaldo Campos Santana e Prof. Marcelo Luiz Laia
5- Proposta da UFVJM para um programa de pesquisa e extensão com o objetivo de dar suporte ao desenvolvimento da eucaliptocultura e da indústria madeireira e moveleira
Palestrante: Prof. Reynaldo Campos Santana - Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência Florestal da UFVJM

Prova Construções 3



1.    Definir “estado de deformação”.
2.    Definir “elasticidade”.
3.    Definir “módulo de elasticidade” de forma conceitual e matemática.
4.    Definir e demarcar no gráfico da figura abaixo:
a.        Fase elástica
b.        Limite de proporcionalidade
c.        Fase plástica
d.        Calcular o módulo de elasticidade
5.    Quais são os instrumentos normalmente utilizados para a medição de deformações em elementos estruturais?
6.    Definir e dar exemplos de um material frágil e um material dúctil.
7.    O que é “madeira juvenil”? Compare a madeira juvenil à madeira adulta em termos de sua ductilidade e explique o porquê desta diferença.
8.    Por que é importante conhecer a relação entre o módulo de elasticidade e a resistência da madeira?
9.    Por que é importante conhecer o limite de proporcionalidade da madeira?
10. Uma barra de madeira de E. grandis, com secção quadrada de aresta igual a 4 cm e comprimento igual a 5 m é submetida a uma carga de tração de 500 kN. Determinar o novo comprimento da barra.  EE. grandis = 18 GPa .
11. A primeira e mais importante fase da Análise Estrutural se ocupa da determinação das cargas máximas globais a que estarão submetidas uma estrutura. Dê um exemplo de cada item a ser verificado nessa fase.
12. Indique dentro dos parênteses o sinal do tipo de ação a que está submetido cada elemento da treliça da figura ao lado.
13. Defina o fenômeno da flambagem em elementos comprimidos.
14.  O que são vínculos estruturais e qual é a importância de sua escolha adequada?
15. Segundo a NBR 11:1951, qual é índice de esbeltez de uma coluna de 3,0 m de altura, tendo uma de suas extremidades livre a outra engastada, de secção transversal retangular com uma das arestas de medindo 18 cm e área igual a 400 cm2? Qual é a classe de esbelteza a que pertence esta coluna?
16. Qual é a classe de esbelteza a que pertence a coluna da questão anterior se fosse construída com a madeira de Eucalyptus grandis? Calcule a carga máxima de trabalho a que pode ser submetida esta coluna, ainda segundo a NBR 11:1951. Dados: fc, E. grandis = 119,4 kgf/cm²; Ec, E. grandis = 135.000 kgf/cm2.




Aconselhamento


É natural que um aluno (do latim: alumnum, através de alere, que quer dizer "alimentar") se sinta às vezes confuso diante de uma tarefa escolar. Afinal, ao estudar mais e mais, mundos novos se descortinam. Mesmo alunos de nível escolar elevado, como estudantes de doutorado, se sentem um tanto perdidos diante de trabalhos desafiadores como teses e monografias. Enfim, estamos todos em constante treinamento e precisamos ser aconselhados por mestres mais experientes, por pessoas que já trilharam as sendas que estamos explorando pela primeira vez. O método científico exige clareza de objetivos e pode ser resumido nas quatro premissas básicas de Francis Bacon: observar, medir, explicar e validar. Muitas vezes a identificação de todas essas premissas pode parecer tarefa obscura. Entretanto, um bom conselheiro é capaz de avaliar se um trabalho apresenta coerência e clareza sem se perder em desvios subjetivos que fogem ao método científico.

Ilustração


"Uma imagem diz mais que mil palavras". Esta frase de autor desconhecido é bastante cabível quando se trata de tornar um texto mais atrativo e de mais rápida compreensão. Diagramas, esquemas, fluxogramas, gráficos, desenhos e fotografias tornam a leitura mais ágil e agradável. Entretanto é preciso cuidado para que o tiro não saia pela culatra! A escolha e a preparação de uma imagem são tarefas que devem seguir critérios rígidos no que diz respeito a sua origem (direitos autorais), à clareza de seu conteúdo e à sua qualidade gráfica (tamanho real, compactação, resolução, cores etc). Um problema comum encontrado no uso de imagens por amadores no mundo da editoração gráfica, diz respeito ao consumo de memória computacional. Imagens coloridas e de grande resolução, como aquelas adquiridas por câmeras digitais de boa qualidade, costumam ser inseridas em arquivos de texto diretamente, sem nenhum tratamento prévio, aumentando grandemente o tamanho do arquivo e, algumas vezes, danificando-o, se o computador utilizado não está munido de memória suficiente para abri-lo.

Análise estatística

A confiabilidade de um trabalho técnico ou científico muitas vezes é atribuída à qualidade dos dados em que se baseia e na fundamentação teórica da análise a eles conferida. A exatidão de conclusões pode ser comprometida caso o método estatístico adotado não seja adequado. Por outro lado, é comum o pensamento errôneo de que a análise estatística não serve às Ciências Humanas e, por isto, esta é muitas vezes negligenciada em trabalhos neste grande campo do conhecimento. Entretanto, simples exposições de médias históricas, por exemplo, podem ilustrar e enriquecer um texto, confirmando a importância do tema abordado.

Revisão de textos



A coerência de idéias, a correção gramatical e o enquadramento em normas técnicas no que diz respeito à estrutura e organização do texto, citações bibliográficas, figuras, etc. são pontos de crucial importância na qualidade de um trabalho técnico ou científico. Em revisões de literatura é comum nos depararmos com textos recortados como uma colcha de retalhos, frutos de colagens e resumos descuidados. Em uma língua complexa como o português, é admissível que um não especialista (gramático, literato, etc.) cometa pequenos erros, entretanto, erros grosseiros, como aqueles de concordância verbal, ortografia e semântica, comprometem a qualidade do texto, mesmo sendo este bem embasado tecnicamente no assunto a que está relacionado. A observância de normas técnicas, apesar de ser uma questão um tanto controversa e, muitas vezes, peculiar de cada instituição, não pode ser negligenciada. A diagramação (formatação) deve ser, ao menos, padronizada e a estrutura do texto deve seguir também a um padrão coerente, como Resumo, Introdução, Objetivos, Metodologia, Resultados, Conclusão, Bibliografia e Apêndices.

Quem Sou Eu

Christovão Abrahão é engenheiro florestal, mestre e doutor em Ciência Florestal pela Universidade Federal de Viçosa, MG. Professor adjunto da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, em Diamantina, MG.
Especialista em tecnologia da madeira, possui experiência em vários ramos desta grande área, como: propriedades da madeira, secagem, preservação, construções de madeira, energia e carbonização, serraria, fabricação de móveis e pequenos objetos de madeira.
Ao longo de sua formação acadêmica teve chance de ser treinado também em técnicas de editoração gráfica, edição e análise de imagens digitais, análise estatística avançada e programação de computadores, habilidades que coloca a disposição da comunidade universítária para auxiliar na elaboração de trabalhos monográficos, artigos científicos, dissertações e teses.